Entre aspas meus sonhos parecem rir de mim,
no meio oscilações de fatos e dúvidas.
Acabo por manchar o pureza da modéstia.
Mas não guardo rancor àqueles que me deixaram
porque faria o mesmo à mim.
O branco e o preto
o tudo e o nada,
brigando aqui neste vaso tão frágil
que não pode cair pois cortará o chão
que lhe suporta.
O único que não abandonou...
Três cores que lutam por uma
casa sem teto, parede e chão
feita de nada, mas caindo aos pedaços.
A primeira pedra balança.
encosta de leve na segunda.
Mas há inocentes entre elas.
Então equilibram-se sobre alfinetes
para salvá-los.
Enfileram-se entre os lábios curvos
para agradar-lhes os olhos tão belos.
domingo, 24 de junho de 2012
sábado, 23 de junho de 2012
Pulsante silêncio.
Há dias que as metáforas não explicam
que apenas as reticências entendem.
Os tiros no peito,
que surgem quando fita-se um Ego,
enquanto limpa o cuspe do rosto sujo.
Os rascunhos não são dignos da companhia
do pó deste sótão rubro.
As teias que oscilam com gotas
da úmida madrugada sem sorriso.
As estrelas que acodem emergências
na falta de um olhar que cale os pulsos.
Horas sem segundos para
quebrar janelas e libertar espíritos em sépia.
O papel que me nega os versos.
Temendo o acaso que tortura nos
delírios da inconsciência.
Repousar a face em um coração
pulsante,
ouvir a melodia de seus tiros,
e chorar estes traços.
que apenas as reticências entendem.
Os tiros no peito,
que surgem quando fita-se um Ego,
enquanto limpa o cuspe do rosto sujo.
Os rascunhos não são dignos da companhia
do pó deste sótão rubro.
As teias que oscilam com gotas
da úmida madrugada sem sorriso.
As estrelas que acodem emergências
na falta de um olhar que cale os pulsos.
Horas sem segundos para
quebrar janelas e libertar espíritos em sépia.
O papel que me nega os versos.
Temendo o acaso que tortura nos
delírios da inconsciência.
Repousar a face em um coração
pulsante,
ouvir a melodia de seus tiros,
e chorar estes traços.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Epitáfio de gelo.
Essa pequena mancha no tecido fino,
acreditou ter ossos para suportar um nome.
Mas sua inexistência nem de tinta era,
sua pequena alma feita de lágrimas
misturadas com a poeria que encontrou ao acariciar,
ingenuamente,
o rosto de um anjo que cuspiu em Fevereiro.
Apodrecia noite-dia, e o aroma adoecia arredores.
-Sim, essa é sua vontade!!-Gritou Alice para Teresa.
Mas não tinha joelhos para cair.
Os rabiscos que refletíram seu pulso.
Ousou queimar braços ao pedir socorro.
Ja não havia ouvido que aguentasse seu silêncio,
ou vaso que coubesse seu vômito.
E mesmo doendo pedras, continuou a tortura da Língua
Mesmo sangue, mesma rosa, lágrimas e olhos.
Amou aqueles que lhe negaram a estupidez.
Suou para arrastar uma página de vácuo.
Mas não havia azul tão belo como o vazio de seu rosto.
acreditou ter ossos para suportar um nome.
Mas sua inexistência nem de tinta era,
sua pequena alma feita de lágrimas
misturadas com a poeria que encontrou ao acariciar,
ingenuamente,
o rosto de um anjo que cuspiu em Fevereiro.
Apodrecia noite-dia, e o aroma adoecia arredores.
-Sim, essa é sua vontade!!-Gritou Alice para Teresa.
Mas não tinha joelhos para cair.
Os rabiscos que refletíram seu pulso.
Ousou queimar braços ao pedir socorro.
Ja não havia ouvido que aguentasse seu silêncio,
ou vaso que coubesse seu vômito.
E mesmo doendo pedras, continuou a tortura da Língua
Mesmo sangue, mesma rosa, lágrimas e olhos.
Amou aqueles que lhe negaram a estupidez.
Suou para arrastar uma página de vácuo.
Mas não havia azul tão belo como o vazio de seu rosto.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
A bela e a fera.
Caminha sobre os cristais de vidro,
que refletem a si melhor que ela.
O fogo que arde entre as cicatrizes
monótona autoretrato que não pintou.
Seu sangue, sua tinta.
E os segundos que gemiam em suas mãos
agora acariciam suas vértebras.
Viu o passado apodrecer sua voz.
Os restos que lhe enojam,
desfiam-lhe o vestido de mármore.
Esfaqueou seu rosto em busca do motivo.
Sentou na calçada buscando
o bater de um coração proibido.
Arrastou sua vítima noite adentro,
e bebeu de seu silêncio.
Confortando sua incompetência
até o fim.
que refletem a si melhor que ela.
O fogo que arde entre as cicatrizes
monótona autoretrato que não pintou.
Seu sangue, sua tinta.
E os segundos que gemiam em suas mãos
agora acariciam suas vértebras.
Viu o passado apodrecer sua voz.
Os restos que lhe enojam,
desfiam-lhe o vestido de mármore.
Esfaqueou seu rosto em busca do motivo.
Sentou na calçada buscando
o bater de um coração proibido.
Arrastou sua vítima noite adentro,
e bebeu de seu silêncio.
Confortando sua incompetência
até o fim.
terça-feira, 19 de junho de 2012
Mais do mesmo.
Naquela tarde serena, o vão da tempestade, estava ela a respirar. Tanto tempo, pensava, e cada segundo um corte profundo, de calor próprio. O sangue manchava os lençóis de sua cama, escorrendo lentamente entre seus braços rumo às cicatrizes do invisível. Estava chegando. Podia sentir em cada fio de seu cabelo ruivo. A onda do inverno se aproximava, trazendo consigo os mesmos objetivos para sua tinta. Chorava, ainda, o ontem-amanhã. O decorar do prefácio não bastara para o fim.
Cada gota que escorria de si, uma lâmina de fogo, que queimava olhares arredores cujas dores pesavam em seus lábios. O espelho lhe via, ora vítima, ora assassina, mesmo que engolisse algumas facas para impedir que os cortasse, não era o suficiente para protegê-los de seus olhos.
Da janela, o eco dos ventos de outono. O ar gélido que atravessava sua respiração libertava-se em sua garganta, de modo a não ferir os ouvidos de mais ninguém, cantava o vazio e silenciava o escuro.
Mais um minuto. O tempo árduo insistia em fazer-lhe companhia. Fiel aspecto daquele vulto. A cera fria de sua vela preparava-se para acender sua chama mais uma vez, e impedir que seus olhos se fundissem na noite.
Nos pés da cama, suas vísceras da noite anterior, de aroma tão singelo que mantia-se no esquecimento, porém ardia as palavras que lhe embalavam. Não queria perdê-las pois as amava. Ainda que escondesse os frutos de outras tempos debaixo de sua cama, não conseguia calar-lhes os gritos de sufoco. A náusea a acompanhava constantemente, mas dessa vez decidira antecipar-se e prolongar a visita. Sentia o vazio que vomitava todos os dias comprimir sua luz e atenuar a dúvida da existência da mesma.
Levantou da cama, vestiu sua capa e foi ao encontro do sereno do início. Caminhava em seus pensamentos que pisoteavam o asfalto, que insistia em permanecer-se em água. Seus pés descalços congelavam a estrada, enquanto ele a via se afastar, rumo à lugar nenhum. A onda se aproximava e ele a seguia. Não podia olhar para trás, mas tinha que salvá-lo. No vão dos caminhos, seus olhos estavam no mesmo lugar. Mas ainda eram caminhos paralelos. Qualquer desvio, uma tortura àquela e também a ele. Não queria queimar inocentes com o frio de seu caminho. Não queria se queimar, mas seus pés estavam presos ao gelo.
Cada gota que escorria de si, uma lâmina de fogo, que queimava olhares arredores cujas dores pesavam em seus lábios. O espelho lhe via, ora vítima, ora assassina, mesmo que engolisse algumas facas para impedir que os cortasse, não era o suficiente para protegê-los de seus olhos.
Da janela, o eco dos ventos de outono. O ar gélido que atravessava sua respiração libertava-se em sua garganta, de modo a não ferir os ouvidos de mais ninguém, cantava o vazio e silenciava o escuro.
Mais um minuto. O tempo árduo insistia em fazer-lhe companhia. Fiel aspecto daquele vulto. A cera fria de sua vela preparava-se para acender sua chama mais uma vez, e impedir que seus olhos se fundissem na noite.
Nos pés da cama, suas vísceras da noite anterior, de aroma tão singelo que mantia-se no esquecimento, porém ardia as palavras que lhe embalavam. Não queria perdê-las pois as amava. Ainda que escondesse os frutos de outras tempos debaixo de sua cama, não conseguia calar-lhes os gritos de sufoco. A náusea a acompanhava constantemente, mas dessa vez decidira antecipar-se e prolongar a visita. Sentia o vazio que vomitava todos os dias comprimir sua luz e atenuar a dúvida da existência da mesma.
Levantou da cama, vestiu sua capa e foi ao encontro do sereno do início. Caminhava em seus pensamentos que pisoteavam o asfalto, que insistia em permanecer-se em água. Seus pés descalços congelavam a estrada, enquanto ele a via se afastar, rumo à lugar nenhum. A onda se aproximava e ele a seguia. Não podia olhar para trás, mas tinha que salvá-lo. No vão dos caminhos, seus olhos estavam no mesmo lugar. Mas ainda eram caminhos paralelos. Qualquer desvio, uma tortura àquela e também a ele. Não queria queimar inocentes com o frio de seu caminho. Não queria se queimar, mas seus pés estavam presos ao gelo.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Na mesma.
Foi-se a epóca que não existiu. A porcelana que rachou o amanhecer do botão.
Escorre entre os dedos o álcool dos tempos
que secam as lágrimas, mas eternizam a ressaca.
Vomitar todos os dias o engolir do ontem-amanhã.
As faixas que antes cegavam os inocentes agora os sufocam.
Segredos escapam do baú,
que grita desesperadamente por socorro.
O cadeado derrete e queima os gentis curiosos.
Palavras e tempo na insuficiência dessa porra.
(É, sujei meus lábios nesse pó)
Os cadáveres que visitam os diários,
oferecem o aroma do pesadelo.
A estrutura da expressão, mais uma vez instável,
pesa aos anjos* cujos caminhos foram obrigados
a encontrar-se com este.
*(e o cansaço destes pesa pra caralho.)
A culpa, o perdão, de usos banais devido às circunstâncias,
mas são lâminas afiadas que sangram a consciência.
Aquele sorriso que cumprimenta no espelho,
todas as mascaradas manhãs.
O inverno sem pausa, congela o lago.
Sim, voar mais uma vez
novamente pra o adentro.
E o cisne grita ao horizonte,
no silêncio de seu canto estridente,
o eco dos ventos de outono.
Escorre entre os dedos o álcool dos tempos
que secam as lágrimas, mas eternizam a ressaca.
Vomitar todos os dias o engolir do ontem-amanhã.
As faixas que antes cegavam os inocentes agora os sufocam.
Segredos escapam do baú,
que grita desesperadamente por socorro.
O cadeado derrete e queima os gentis curiosos.
Palavras e tempo na insuficiência dessa porra.
(É, sujei meus lábios nesse pó)
Os cadáveres que visitam os diários,
oferecem o aroma do pesadelo.
A estrutura da expressão, mais uma vez instável,
pesa aos anjos* cujos caminhos foram obrigados
a encontrar-se com este.
*(e o cansaço destes pesa pra caralho.)
A culpa, o perdão, de usos banais devido às circunstâncias,
mas são lâminas afiadas que sangram a consciência.
Aquele sorriso que cumprimenta no espelho,
todas as mascaradas manhãs.
O inverno sem pausa, congela o lago.
Sim, voar mais uma vez
novamente pra o adentro.
E o cisne grita ao horizonte,
no silêncio de seu canto estridente,
o eco dos ventos de outono.
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Do efêmero eterno
Do peso. Da culpa. Da duração.
antigos fantasmas temporários na eternidade da espera.
Um passado, uma consequência.
Insolúvel beleza da melancolia
desgastando olhares e abrigos
Da dúvida. Do medo. Do mesmo.
se o Sol vai voltar amanhã?
Sinceramente, não sei.
Evito atravessar essa floresta de espinhos,
caso me leve à lugar nenhum.
Da esperança. Da ingenuidade.
E nos entremeios do intervalo
o parto das ilusões acontecia
concluindo o interminável,
desperdiçando sorriso e sonhos.
As promessas jogadas no escuro, em vão.
Fazem falta tais palavras mortas.
Do espelho.
Borrões nos olhos da máscara.
As rugas na pele recém-nascida.
O início da velhice se rejuvenesce,
eternizando o desgaste.
Do desenlace.
Mais um perdão ao público,
que assiste a lamentável história.
A saída é a esquerda...
Sentirei falta dela também,
considerando que não a conheci.
antigos fantasmas temporários na eternidade da espera.
Um passado, uma consequência.
Insolúvel beleza da melancolia
desgastando olhares e abrigos
Da dúvida. Do medo. Do mesmo.
se o Sol vai voltar amanhã?
Sinceramente, não sei.
Evito atravessar essa floresta de espinhos,
caso me leve à lugar nenhum.
Da esperança. Da ingenuidade.
E nos entremeios do intervalo
o parto das ilusões acontecia
concluindo o interminável,
desperdiçando sorriso e sonhos.
As promessas jogadas no escuro, em vão.
Fazem falta tais palavras mortas.
Do espelho.
Borrões nos olhos da máscara.
As rugas na pele recém-nascida.
O início da velhice se rejuvenesce,
eternizando o desgaste.
Do desenlace.
Mais um perdão ao público,
que assiste a lamentável história.
A saída é a esquerda...
Sentirei falta dela também,
considerando que não a conheci.
domingo, 10 de junho de 2012
Moldura de prata
À margem.
Na calçada.
A chuva cai. A luz incomoda.
O frio se funde no sangue.
Fatos atravessam o asfalto
espirrando água nos bancos.
Ninguém à vista.
Um trânsito de guarda-chuvas.
Esquinas curvas.
Olhares pichando muros.
Corações batendo com os segundos.
Sinos fúnebres.
Relógios. Tiros.
Relíquias e lágrimas.
E o vazio.
...
Na calçada.
A chuva cai. A luz incomoda.
O frio se funde no sangue.
Fatos atravessam o asfalto
espirrando água nos bancos.
Ninguém à vista.
Um trânsito de guarda-chuvas.
Esquinas curvas.
Olhares pichando muros.
Corações batendo com os segundos.
Sinos fúnebres.
Relógios. Tiros.
Relíquias e lágrimas.
E o vazio.
...
sexta-feira, 8 de junho de 2012
segunda-feira, 4 de junho de 2012
A primeira carta.
Foi tão pouco tempo para os marcadores.
Foi tão pouco tempo para a razão.
Foi tão pouco tempo para o tempo em si.
Foi tanto..
Tentei ressussitar momentos
que cantam na memória
quando deveria apenas contentar-me com a melodia.
Com um sorriso sincero,
que sangra meus lábios
senti o puro,
esquecido há tanto tempo,
um tempo que supera os diários.
Já não me lembrava do que parei de procurar,
do que cansei de esperar.
E então vejo. Sinto.
E hoje...
Meu olhos ardem ao ler sua história
manchada com lágrimas aprisionadas
por uma rotina.
O peso de um tempo diluído
na tinta.
Os gritos desesperados nas entrelinhas.
O sangue na assinatura.
Com minhas palavras de curto alcance
confirmei o que vi ao ver o fundo de seus olhos..
temia que fosse verdade...
E assim,
derramo aqui um pouco
do que não chorei
no abraço.
Foi tão pouco tempo para a razão.
Foi tão pouco tempo para o tempo em si.
Foi tanto..
Tentei ressussitar momentos
que cantam na memória
quando deveria apenas contentar-me com a melodia.
Com um sorriso sincero,
que sangra meus lábios
senti o puro,
esquecido há tanto tempo,
um tempo que supera os diários.
Já não me lembrava do que parei de procurar,
do que cansei de esperar.
E então vejo. Sinto.
E hoje...
Meu olhos ardem ao ler sua história
manchada com lágrimas aprisionadas
por uma rotina.
O peso de um tempo diluído
na tinta.
Os gritos desesperados nas entrelinhas.
O sangue na assinatura.
Com minhas palavras de curto alcance
confirmei o que vi ao ver o fundo de seus olhos..
temia que fosse verdade...
E assim,
derramo aqui um pouco
do que não chorei
no abraço.
domingo, 3 de junho de 2012
...
Foi imposto o limite do horizonte.
O eco das palavras grita no papel.
O relógio bate meia-noite.
A magia cessa.
Ainda tens o broche.
Ainda há tempo para (...)
Versos alheios que roubam sono.
Versos.
Versos.
O alarme toca.
Abre a porta.
Respira.
Perde-se.
O alarme toca.
O eco das palavras grita no papel.
O relógio bate meia-noite.
A magia cessa.
Ainda tens o broche.
Ainda há tempo para (...)
Versos alheios que roubam sono.
Versos.
Versos.
O alarme toca.
Abre a porta.
Respira.
Perde-se.
O alarme toca.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Coral de monólogos
Tanto. E mais um pouco.
Sempre, e além.
Os mesmos ecos do vazio.
Berros inumanos,
oriundos da incerteza
dos fatos tão irrelevantes
mas tão densamente atravessados
em memórias.
Fugas emprestadas. Emprestadas.
A escuridão insiste em mais uma
tentativa de tornar real
a coincidência.
Estupidamente ingênua.
Masoquista.
(...)Jamais abriu as pétalas.
Mas abriu.
Por acaso? (.)
Com uma doce voz,
acariciando uma única lágrima
(...)
expressando a pureza do "ser"
sendo tão utópico.
O mesmo. Um fim temporário. Um sorriso.
O mesmo...
Ouvindo as mesmas músicas.
Alimentando a hipocrisia de sonhos.
Olhando pela janela.
Ouvindo o canto de urubus.
Passados os passados,
medindo suas influências,
indecisas e polares.
Condição de existência.
Seria essa?
Oportunidades proporcionais ao tempo
jóias desembrulhadas na escalada
polidas por cactos. (?)
Mas que brilham quando raios
de sol as refletem.
E fizeram.
Entre oscilações.
(...)
Tão pouco corri nas artérias cinzas
já vejo rosas em minha cama.
Aquele perfume nas minhas lembranças.
Alguns conseguem.
Outros não.
Ainda serei.
E finalmente me verá.
(Prometendo entre lágrimas).
"Então por que devo acreditar em mim mesmo não em você?"
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