Entre aspas meus sonhos parecem rir de mim,
no meio oscilações de fatos e dúvidas.
Acabo por manchar o pureza da modéstia.
Mas não guardo rancor àqueles que me deixaram
porque faria o mesmo à mim.
O branco e o preto
o tudo e o nada,
brigando aqui neste vaso tão frágil
que não pode cair pois cortará o chão
que lhe suporta.
O único que não abandonou...
Três cores que lutam por uma
casa sem teto, parede e chão
feita de nada, mas caindo aos pedaços.
A primeira pedra balança.
encosta de leve na segunda.
Mas há inocentes entre elas.
Então equilibram-se sobre alfinetes
para salvá-los.
Enfileram-se entre os lábios curvos
para agradar-lhes os olhos tão belos.
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