Não deveria talvez,
perder este nada
para olhar o tempo.
Versos e momentos
flutuam o amanhã
que estaria em
minhas mãos.
Já não conto
os mil poemas que
escrevi em
meus pulsos.
Porque a
ausência que
toca em meu
ombro pesa.
Sim é.
Eu sei.
Mas não é o
que seria.
Seria apenas
o que é.
Mas se o
ambos
não renovasse
momentos.
O que fosse,
seria. (E como seria)
E me veria
ali mais uma vez.
As mãos que suplico.
Se soubesse.
Saberia.
E então seria.
Ou iria.
Mas estaria
aqui enquanto.
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