Poderia ter novos olhos,
novos dias de chuva
que escondiam o amanhecer.
Foi-se o riso doído,
que extendia a êxtase
de momentos que só lembraria
quando acordasse.
Queria aliviar notícias ruins.
Abraçar contra as tempestades.
E esse tempo que passou,
já não lembro, mas sinto falta.
Uma voz desconhecida
que tocava minha mão.
Por favor, não volte.
Já foi-se o sempre.
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