Escrevo, penso e depois o mesmo
condeno a minha memória seletiva masoquista,
o egocentrismo das sombras berram
e jurados mudos ficam surdos.
O preto e o branco enfim, dominam.
O gelo da consciência congela o lago.
E as asas.
Me perdoe, mais uma vez apenas.
...
Bárbara, só consigo imaginar como serão seus textos daqui a algum tempo. A cada palavra que você escreve, sua poesia fica mais saborosa, mais intensa, mais... apenas.
ResponderExcluirEssa poesia vive em você, Bárbara. Nunca a abandone.